Posts by daviddawson462742281

Walking with Jesus learning to be like Him. Human Development Consultant. BA Humanities University of the Nations, MA Global Leadership Fuller Theological Seminary. Married to Kati and dad to Emily, Gabriel and Laura. Love surfing, cooking, expat life, jazz.

The Blessing of A Spouse With Different Dreams

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Sometimes I see couples who share a very specific dream of success. In my vocational context this could be a couple who pastor a church. By observing them one imagens them waking up each day inspired by an almost identical passion. Both of them are excited about numerical growth in the congregation. Both of them are excited about renovating the church building. Both of them are excited about building towards increased influence within their denomination.

I know couples who appear this way, both charging forward with the same passions and goals. My own marriage, however, has never been like this. Kati and I share a lot of goals and dreams but there’s also a lot of distinction in our visions of the good life. There have been many times that these differences seem like an incompatability that keeps us from achieving our full potential. After all the Bible does say, “Can two walk together, except they be agreed?” (Am. 3:3). Many men fantasize about having wives that would encourage them to stay longer at work than “nagging” them to come home early. I have less insight into what goes through wive’s heads. Maybe a wife is more ambitious for professional success than her husband and wishes he focused less on enjoying what they have and strove to get more.

For my part, I’ve learned to be so grateful that my wife doesn’t cheer me on towards the idols I’m already tempted to worship. I have enough trouble as it is dealing with the drive in me towards recognition, approval and achievement. Of course Kati desires these things as well, but in a way that is different enough as to not add to the burden I sometimes take upon myself.

Genesis 2:18 in the Amplified Version says, “The Lord God said, It is not good (sufficient, satisfactory) that the man should be alone; I will make him a helper (suitable, adapted, complementary) for him.” In my case, I’ve learned that a wife that is suitable, adapted and complementary to me is one very different from me in refreshing ways. God has used Kati over and over to unburden me from my idols because she isn’t as enamored with them as I am. I thank God for the moments when she says, “Give it a rest honey, you’ve done enough of that for today”.

Uma Esposa Com Sonhos Diferentes Aos Teus É Uma Bênçao

As vezes eu vejo casais que parece, partilhar um sonho igualzinho do “sucesso”.  Por exemplo, como pastor-missionário tenho visto casais que, aparentemente, acordam todo dia com a mesma inspiração para fazer o ministério crescer.  Seja a reforma do templo, um novo programa de treinamento para líderes ou um evento evangelístico, este casal parece estar sempre igualmente dispostos a pagar o preço para tais objetivos.  

No meu próprio casamento, porém, jamais foi assim.  Eu e a Kati partilhamos muitos sonhos e metas, mas cada um de nós tem uma visão bem diferente da “vida boa”. Muitas vezes estas diferenças parecem como uma incompatibilidade que nos impedem de realizar nosso pleno potencial como casal.  Afinal a Bíblia nos diz, “Duas pessoas andarão juntas se não tiverem de acordo?” (Amós 3:3).  Muitos maridos gostariam que suas esposas os encorajassem a trabalhar mais ao em vez de esperar que voltem cedo do serviço.  É claro que as esposas devem honrar a disposição de um marido esforçado no trabalho.  Porém, nós homens sabemos a diferença entre diligência e a idolatria do sucesso profissional.  

Imagino como seria se a minha esposa fosse me encorajar a ficar mais tempo no escritório e menos tempo com ela e as crianças.  Ou como seria se ela preferisse que eu curtisse os meus hobbies no fim de semana do que fazer um passeio em família?  Pode crer, há mulheres assim, aquelas que preferem mais poder de consumo do que mais tempo de qualidade com seus maridos.  

No nosso caso, eu e a Kati trabalhamos juntos na maioria dos nossos empreendimentos.  E até no que diz respeito do trabalho a Kati traz uma perspectiva diferente da execução que vem de suas prioridades diferentes.  Cada um de nós pensa diferente sobre o que é mais importante para a realização de nossos sonhos.  Embora isso as vezes causa conflito, ao longo dos anos nós dois vemos como nossas perspectivas são complementares não contrárias.  Deus tem usado a Kati na minha vida vez após vez para aliviar o fardo da idolatria do trabalho na minha vida.  Como sou grato pelas vezes que a minha esposa me diz, “Deu para hoje amorzinho, vem descansar comigo e as crianças”.  

Learning To Let Go So God Can Give You Something New

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Ecclesiastes 3 says, “There is a time for everything, and a season for every activity under the heavens…  a time to search and a time to give up, a time to keep and a time to throw away (vs. 1,6).” When God wants to give us something new, sometimes this involves us letting go of earlier blessings we received from Him. I believe one of the Father’s great “dilemmas” in dealing with us is that we tend to become possessive of the things He gives us. Of course nothing is “hard” for the All-Powerful sovereign Lord of the Universe. By dilemma I refer to the fact that God has to use a deep wisdom in dealing with His childrens’ grasping nature.

I’ve seen this in the local church and missions organizations where a leader has opportunity to move on but they fear personal loss if they step down from their position. It is naive to think that if we let go of something there won’t be loss. If loss means being deprived of something or no longer having access to something then giving something up involves loss. I’ve seen many situations where a leader steps down and then experiences deep wounding when the new regime doesn’t want anything to do with them.

Years ago in a leadership class I did a timeline exercise where the class mapped the past year of their lives between high and low points. The upshot was that our failures and victories were directly connected. Clearly certain things had to die so that the new could be born in its place. I’ve learned that my life can change drastically in a moment – new adventures and ressurrected dreams – if I’m willing to follow the cloud when it moves.

If like me you were raised in the church you’ve heard Jeremia 29:11 your whole life: “For I know the plans I have for you,” declares the Lord, “plans to prosper you and not to harm you, plans to give you hope and a future”. And we should ponder the emphasis on the phrase, “For I know“. He knows and we don’t, as it says in Isaiah 55:8-9, “For my thoughts are not your thoughts, neither are your ways my ways,” declares the Lord. “As the heavens are higher than the earth, so are my ways higher than your ways and my thoughts than your thoughts.”

As a missionary my life has demonstrated this principle in an exaggerated form. It has been my pleasure to serve in many nations, not just on short-term field trips but long sojourns in foreign cultures. If my life were to end today I would conider the crosscultural experiences of my life to be the greatest privilege of my calling. But I know how I wrestled with the Father every time te cloud moved. Like the Israelites I tend to look back or to hold onto the moment. But the past is gone and although the present is a gift, it is slipping away. We can’t hold onto the present. Lord help us to give thanks for each day as if tomorrow God may lead us on a completely new adventure. In the mystery of God’s wisdom this perspective is what brings us true contentment and hope.

Aprendendo a Abrir Mão Daquilo Que Temos Para Que Deus Nos Dê Algo Novo

Eclesiastes 3 diz, “1 Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu…tempo de procurar e tempo de desistir, tempo de guardar e tempo de lançar fora (vs. 1,6).”  Quando Deus quer nos dar algo novo as vezes isso requer que abrimos mão de outras bênçãos que recebemos dEle.  Eu creio que um dos maiores “dilemas” no trato de Deus Pai para conosco é que nós tendemos a nos tornar possessivos das coisas que Ele nos dá.  É claro que nada é difícil para o Deus Todo-Poderoso, mas me refiro ao fato que Deus tem que usar uma sabedoria muito profunda para lidar com a natureza gananciosa de Seus filhos.  

Eu tenho visto isso na igreja local e nas agências missionários onde tenho servido deste 1993.  Chega o momento em que u líder tem a oportunidade de tomar um novo rumo na vida mas eles têm medo de perder a sua posição no ministério.  Um líder é ingênuo se ele pensa que ao abrir mão de sua posição a oportunidade para receber uma outra semelhante talvez nunca aparece.  De fato quando um líder our chefe de empresa sair de seu cargo o novo regime não quer ter nada a ver com ele depois.  

Anos atrás quando eu estive fazendo um curso de liderança eu participei uma dinâmica em que a nossa turma mapeou os momentos altos e baixos do ano anterior.  O ponto do exercício era mostrar que os fracassos e vitórias eram intimamente ligados.  Ficou claro que certas coisas tiveram que morrer para que o novo pudesse vir à existência.  Eu já experimentei isso muitas vezes na minha vida – novas aventuras e sonhos ressuscitados – quando estou disposto a seguir a nuvem quando ela se mexer.  

Se assim como eu você foi criado na igreja você conhece bem Jemerias 29:11 que diz, “Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês”, diz o Senhor, “planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.”  Ele conhece e nós não, como também diz outro texto famoso, “”Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos”, declara o Senhor.  “Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos e os meus pensamentos mais altos do que os seus pensamentos (Is. 55:8-9).”  Nós conhecemos estes trechos então porque temos dificuldade de se submeter à sabedoria de Deus quando Ele nos pede entregar os privilégios com as quais nos acostumamos.  

Como missionário a minha vida tem demonstrado este princípio de form exagerada.  Tem sido meu grande prazer servir em muitas nações, não só fazendo viagens mas gastando a maior parte da minha vida em culturas estrangeiras.  Se a minha vida fosse acabar hoje eu consideraria as experiências transculturais como o maior privilégio do meu chamado.  Mas eu também lembro como lutei com o Senhor igual a Jacó cada vez que a nuvem se mexeu.  Assim como os israelitas eu geralmente olho para trás ou tento me agarrar ao presente.  Mas o passado já se foi e embora o presente é um dom ele está desaparecendo diante dos nossos olhos, mesmo quando tentamos segurá-lo.  

Senhor, nos ajude a dar graças por cada dia como se amanhã Tu fosse nos levar para uma aventura completamente nova.  O mistério de Sua sabedoria é que esta perspectiva é o que nos traz contentamento e esperança de verdade.  

Think Upon These Things

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Some of the biggest struggles in my life are forgiving, to not being jealous, not dwelling on anger and resentment against people, and I’m not alone. I’ve had the privilege of receiving a huge amount of excellent biblical teaching on forgiveness, contentment, self-control and joy. I’ve also gone to retreats, seminars and individual counselling sessions to the same end. Back in the early 90s when I started in ministry we used to call this inner healing or deliverance ministry. Depending on what church context you were in things could get pretty wild and I’ think I’ve pretty much seen and experienced it all over the years.

Most of the inner healing or deliverance ministry I’ve received over the years is rooted in discerning roots of bitterness, releasing forgiveness and receiving revelation about identity in Christ. But I feel that in my life the single greatest healing factor has been what Paul said in Phillipians 4:8

“Finally, brothers and sisters, whatever is true, whatever is noble, whatever is right, whatever is pure, whatever is lovely, whatever is admirable—if anything is excellent or praiseworthy—think about such things.”

I’m so thankful for the wise and Spirit-filled Christian counsellors who have helped me idetify roots of bitterness, release forgiveness and understand who I am in Christ. The initial point of revelation in these matters is an awesome watershed moment in our development as believers. However, the slow and steady discipline – day by day – of corraling our minds according to such revelation is comparatively a much greater part of the curing process.

In Russell Crowe’s movie A Beatiful Mind the protagonist learns to wean his mind off of the fantasies that drew him away from reality and separated him from his loved ones and his calling. This is how I feel in relation to the evil thoughts of unforgiveness and envy that I deal with every day. I have experienced moments of breakthrough that brought me to new peace and joy over old strongholds of the enemy. Praise God for this! However the core temptations of my life are ressurgent over the course of my life like Paul’s thorn in the flesh. When I share about these areas with others sometimes they recommend a book or counsellor that might lead me to definitive victory, which has sometimes been the case. I definitely have had mountaintop experiences of amazing transformation after which I was never the same. However, if I were to try and put a percentage comparison on God’s work of healing my soul it has been maybe 5% intense transformative experiences and 95% walking out the revelation gained in such experiences through daily life.

My favorite verse when it comes to inner healing and deliverance is II Corinthians 10:5, “We demolish arguments and every pretension that sets itself up against the knowledge of God, and we take captive every thought to make it obedient to Christ.” It is as I practice this spiritual discipline daily that I have experienced the greatest victory over jealousy, anger, bitterness and discouragement. It hasn’t been my experience that the flesh stops declaring its message. The old man has been put to death (Rm. 6) meaning I have authority over him in Christ. But as Paul states over and over in his letters we mush walk that crucifiction daily: “Put to death, therefore, whatever belongs to your earthly nature” (Col. 3:5).

Lord help us not only to seek the mountaintop experiences of deliverance from the lies of the enemy, but give us power to walk daily in that revelation… day by day, hour by hour, sometimes minute by minute.

Pense Nestas Coisas

Alguns dos maiores desafios da minha vida tem sido perdoar as ofensas, não ter inveja e não guardar mágoa.  Eu sei que estes desafios são partilhados pela maioria dos meus irmãos e irmãs em Cristo.  Fui privilegiado ao receber bastante ensino bíblico sobre perdão, contentamento, domínio próprio e como ter a alegria do Espírito.  Eu também participei de vários retiros, seminários e aconselhamento particular buscando ajuda para estas áreas da minha vida.  

A maior parte da cura interior e libertação que eu recebi ao longo dos anos foi baseada no discernimento de raizes de amargura, perdoar as ofensas e compreender quem eu sou em Cristo.  E me lembro dos momentos do primeiro rompimento de revelação nestas areas.  Estes momentos eram bastante transformadoras.  Porém, após estas experiências era necessário adotar a disciplina diária de encurralar os meus pensamentos de acordo com tais revelações.  E a aplicação dessa disciplina sempre foi 95% do processo de cura, em comparação a 5% de revelação transformadora.  

O apóstolo Paulo fala sobre a disciplina do pensamento em Filipenses 4:8, “Tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas”. No filme de 2001 Uma Mente Brilhante o protagonista principal (Russell Crowe) é um professor universitário que sofre de doença mental.  O professor vê alucinações constantemente que causam uma confusão que ameaça destruir seus relacionamentos e sua carreira.  Mas o filme tem um final feliz, porque o professor aprende ao longo de décadas a disciplinar a sua mente para não dar atenção às alucinações.  Eu me identifico muito com essa estória porque preciso resistir pensamentos de amargura, inveja e insegurança todos os dias.  Assim como Paulo diz em II Coríntios 10:5, “Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo.”

Na minha experiência a carne nunca para de falar.  O velho homem foi crucificado (Rm. 6), o que significa que eu tenho autoridade sobre ele em Cristo.  Mas temos que caminhar nesta vitória como uma disciplina diária: “Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês… agora, abandonem todas estas coisas… visto que vocês já se despiram do velho homem com suas práticas e se revestiram do novo, o qual está sendo renovado em conhecimento, à imagem do seu Criador” (Col. 3:5-10). 

Ó Senhor, ajude nós a não buscar libertação e cura instantâneas mas a receber elas diariamente pela renovação das nossas mentes (Rm. 12:1).  Muito obrigado Senhor pelos milhares de livros escritos sobre libertação e cura.  Conduze-nos Senhor a pastores e conselheiros que podem nos levar, pelo Seu Espírito, a momentos de rompimento e vitória e nossas vidas.  Porém, após tais experiências transformadoras, ajude-nós ó Senhor a disciplinar as nossas mentes dia por dia, hora por hora… e as vezes minuto por minuto… para sermos conformados na imagem de Cristo.  

Uniqueness From Our Maker Not Out Accomplishments

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At 44 years old I’m firmly in middle age. For me to think I’m exactly in the middle presumably I’ll need to live to 88, which is pretty optimistic. I eat healthy and exercise, but some aspects of my personality have probably taken some years off my life… the ones that make me hold onto unforgiveness, to be jealous and to let selfish idolatry sap my joy.

One aspect of this phase of my life is a diminishing sense of my own uniqueness. My twenties was probably when my opinion regarding my own originality was at its highest. I had very specific dreams and values and I read books on how to come up with mission statements and make long-term plans. My thirties were spent coming under the weight of those plans and often trying to make them happen in my own strength. When I was pastoring in Brazil a visiting preacher gave me a word, “There’s a difference between working for God and working with God”. I think he saw who I was.

The transition to my current phase of life involved an adjustment of expectations. I realize more and more that if really awesome things happen in the life of my family it’s going to be because God did it. And I believe God will do great things, it’s just going to be clear to me that He did so and not me. I’m really not that impressed with myself anymore and haven’t been for a while. That isn’t to say I feel bad about myself, it’s just that at my core I know God loves me and my abilities and accomplishments pale in comparison to that.

I used to think I was going to be a true original, not primarily because I already was as a child of God but because of the mark I was going to leave on the world. Now I look at so much about me and think, “I’m just a typical middle aged dude from California”. Sure I went off into missions and had some really unique experiences, but the core formation of the things I celebrate is rooted in the San Fernando Valley in the late 80s-early 90s. Skateboarding and going to the beach and playing my stratocaster, on a human level these still make up my foundational proclivities… what fascinates me and captivates my imagination.

And now in my forties as I realize that sports won’t always be a part of my life I chase at what I can still do before my dexterity evaporates. And as I talk to friends in the same season of life I realize how common this type of behaviour is. More and more I look at myself and think, “You’re so typical, what’s unique about you?”. Recently though I felt the Lord speak to me that my uniqueness doesn’t come from anything I do but the simple fact that He made me. It’s such a simple Sunday school lesson type of truth that there’s no one like us. King David had this type of mentality, saying that God had formed him in his womb. And he also said he learned not to occupy his mind with lofty matters and to nestle in the Father’s arms like a baby who was just fed.

That’s what I’m learning to do – to realize that my value comes from Who made me and Who values me and not my accomplishments. Such a simple lesson, but one that I feel I’m learning in a unique way in this season of my life. After all the striving and struggle and lofty ideals, I’m getting better at being happy just being me. I don’t have to do anything to be original, this is my birthright as one of God’s inimitable creations.

Nosso Valor Único Não Vem Das Nossas Realizações E Sim Do Nosso Criador

Aos 44 anos me sinto firmemente na meia idade.  É claro que achar que estou na metade da minha vida presume que eu viverei até 88 anos, que é bastante otimista.  Eu tento manter uma dieta saudável e fazer exercício.  No outro lado alguns aspectos da minha personalidade provavelmente vão diminuir um pouco o prazo da minha vida: a minha dificuldade de perdoar, a minha tendência à inveja e o egoísmo.  

Nesta fase de minha vida eu sinto cada vez menos “original”.  Nos meus anos 20 eu me achava bem criativo e inovador nos meus pensamentos e idéias.  Eu lia muitos livros sobre como destilar sua declaração de missão e articular ela numa phrase que me manteria sempre rumo à realização do meu destino.  Meus anos 30 foram gastos no grande esforço para realizar tais visões.  Quando eu era pastor no Brasil na época um pregador visitante me deu uma palavra, “Jovem, há uma diferença entre trabalhar para Deus e trabalhar com Deus”.  Com certeza aquele senhor teve um vislumbre da essência do meu ser. 

Era uma vez eu tinha grande confiança de que eu ia deixar a minha “marca” neste mundo, não pelo simples fato de ser filho de Deus mas pela minha criatividade singular.  Mas o conceito de quem eu sou é muito diferente ultimamente.  Penso que sou um típico cara de meia idade da Califórnia.  Claro eu fui para missões e tive muitas experiências extraordinárias.  Eu me sentia mais peculiar vivendo em outras culturas.  Mas Nestes 3 anos vivendo de novo na minha terra eu vejo que as coisas que gosto – tocar guitarra, andar de skate, surfar – são todas bem típicas do contexto cultural da minha infância.  Ainda são estas coisas que cativam a minha imaginação mais do que futebol, hóquei, ou pescar truta.  

E agora nos meus anos 40 eu percebo que a própria esporte não vai sempre fazer parte da minha vida.  Me sinto ansioso em curtir as esportes que eu gosto enquanto alguma destreza ainda existe. E quando converso com outros homens na mesma fase de vida eu vejo que estes desejos e preocupações são muito comuns.  Isso me faz olhar para mim mesmo e pensar, “Você é muito normal David, ordinário demais.  O que aconteceu com toda aquela criatividade e o desejo de viver uma vida diferente da maioria?”

Cada vez mais, porém, eu sinto a voz do Senhor me dizendo que a singularidade que eu desejo não vez das minhas realizações.  Eu sou único pelo simples fato que fui criado por Deus e não há ninguém como eu.   O rei Davi tinha essa mentalidade quando diz que Deus havia formado ele com formosura no ventre de sua mãe.  Em outro lugar Davi disse que ele havia aprendido a não ocupar a sua mente com questões elevadas demais para ele, mas a descansar no colo de Deus Pai como um nenê recém amamentado.  

Então é isso que eu estou aprendendo a fazer – a reconhecer que o meu valor vem de Quem me fez e me ama e não as minhas façanhas e proezas.  É uma lição tão simples mas um que estou aprendendo em nova dimensão nesta fase de vida.  Por décadas eu tenho me esforçado correndo atrás da visão ideal que eu projetei para minha vida.  Mas aos poucos estou aprendendo a ser feliz simplesmente sendo eu mesmo.  Eu não tenho que fazer nada para ser “original”, pois já o sou como uma das criações inimitáveis de Deus Pai.  

Mission Accomplished?

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Dr Bobby Clinton’s leadership emergence observes the progression of development in the lives of those who embark on a journey of Christian service (more here). A aeronautics mathmatician turned theologian, Dr Clinton and his students made thousands of case studies on Christian leaders to discover patterns in how God forms their lives.

One of the most interesting paradigms in Dr Clinton’s work is the significance of boundary periods in our lives. These transitions can take years and are often the most intense times of learning in our lives. The majority of leaders studied experienced lives of drastic change over and over, which was part of what made them so productive and resilient.

When we ourselves set out to follow God’s calling on our lives, maybe we imagined that if we followed His prophetic leading and worked hard enough our lives would be an upward straight line from calling to destiny. But if you’re like me you might look back after decades of ministry and feel like the twisting road is less of a victory march than a puzzling sojourn.

Is it possible that part of our discourgement looking back at the seasons of our lives – the places, projects and people we invested in – is the expectations we brought with us?

Kati and I are finishing a season of three years in the U.S. between our time in Brazil and our new project in Portugal. The gospel teaches us to seek to be Christlike (Rm. 8:29) more that do impressive works. But part of being created in God image is to desire to express our creativity in productive ways. We all love to accomplish significant milestones and look back in satisfaction. So what have Kati and I accomplished in these past three years? There are certainly a list of things I thought would happen that didn’t and surprising fruit that came unexpectedly. And what about our kids? Maybe the purposes of this season had more to do with them than with Kati and I.

Any life worth living according to the vision of Scripture is one of community. At moments all of us pout about projects left on the backburner and time seemingly invested and wasted. Lately when I’m tempted to feel this way I feel the Holy Spirit telling me, “David, it’s not all about you”. My choices as a husband and father have a huge impact on my wife and kids, who ultimately belong to God. And the Lord has a plan for my wife and children’s lives as well, for which often dad needs to get out of the way.

I thank the Lord for the mysterious and beautiful story He weaves through our lives as an expression of His Kingdom. Who are we to say what should have been accomplished? How can the pot say to the potter, what have you done (Is. 29:16)?

Teach us Lord to submit ourselves under Your might hand and celebrate the fruit that comes naturally from abiding in the vine… today.

Deus não está do seu lado

É jogar baixo usar Deus para apoiar seu lado de um argumento com alguém.  Eu vejo isso sempre.  Duas pessoas estão brigando sobre algo e uma delas diz, “Bom, eu estava orando sobre isso e senti o Sebhor dizer que você precisa ser mais aberto”, ou, “Mais paciente”, ao algo do tipo.  Bom, se Deus disse que você está com a razão quem pode discutir com isso?  Legal você hein, aproveitando a oportunidade para me dar uma palavra do Senhor!

Não digo isso num tom áspero, nós cristãos devemos poder rir de nós mesmos e reconhecer nossa tendência manipuladora.  A maioria de nós provavelmente já fez isso uma vez.  Há situações em que somos genuinamente movidos pelo Espírito Santo a corrigir e exortar alguém.  Mas é preciso ter discernimento de quando Deus nos daria uma palavra para nosso irmão e quando não. 

Isso também não funciona no casamento.  Se você dizer, “Querida, Deus me mostrou que eu estou sendo espiritual e você está sendo carnal”, tenha certeza de ser Deus mesmo.  Se for seu cônjuge ou um amigo, eles vão perceber seu joguinho.  “Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos… Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então veremos face a face.  Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido” (I Co. 13.9,12).  

Have we lost reverence for revelation?

The Oxford Dictionary defines revelation in its religious sense as the divine or supernatural disclosure to humans of something relating to human existence or the world. Last Wednesday I went to my grandmother Joy Dawson’s house to have lunch and catch up. I had an idea of asking her to share for a few minutes on some spiritual topic so I could post it on my vlog. I got to grandma’s house, we had lunch, and then I asked her if she could share something for a few minutes. I explained that it could be any recent meditation or insight she’d received from the Lord, something like that.

Looking back I realize that I should have expected what happened next. Joy said she’d be delighted to but she would like to have some time to pray before to ask the Lord for a special word for the occasion. Of course I said that was fine, after all I usually try to leave several hours open when I go to visit my grandma.

So I laid down on the grass in the backyard and slipped into deep relaxation feeling like a kid in such familiar surroundings. I love her cute statues of rabbits and deer and the little bridge over a small stream. The water passes by an old orange tree that produces huge fruit in the San Fernando Valley sun.

When I woke I did’t know how much time had passed but when I found grandma she was sitting in her chair in her bedroom with the Bible open still waiting on the Lord. I asked her how it was going and she said she wasn’t feeling very well. I felt bad for putting a potential burden on her by asking her to share some kind of devotional meditation knowing that she would take the request very seriously. And for my grandma it’s not because she thinks a lot of people see my social media content, which they don’t. Joy would have spent just as much time and energy seeking the Lord if I had asked her to pray about a word for just one person.

I ended up apologizing to my grandma for putting her under pressure and suggested that she lie down and rest, which she did. And shortly after that I got back into my car and made the 1 hour trip home. The point of this post, how so many of us Christians have lost a sense of reverence and wonder for revelation from God. What an amazing thing to actually have access to and hear from the Creator God who sustains the universe with His word (He. 1:3).

Years ago I remember having a lively discussion with both my grandparents in their motorhome (which I now live in with my wife) about divine guidance and hearing the voice of God. I was arguing against the idea that we need such specific direction from the Lord as I had been brought up to believe. Looking back I feel like my perspective was simiular to the post-Enlightenment deistic understanding of God that people like Thomas Jefferson held. This is the supreme clockmaker God that creates the universe and then leaves it mostly to its own devices. I’ll never forget my papa Jim’s response. I can’t remember his exact words, but papa responded something like, “Well David, this is what we have learned, believed, and practiced”. His exact words were different, what I remember most was the look in his eyes and the tone of his voice. His manner was so gentle and yet strong with the authority of experience.

And as I think about the heritage of my family, passed down to me, regarding the practice of seeking God’s voice…. I think of the fruit in the lives of those who believe this is possible and a great privilege to be cherished. In my life, with all my postmodern ambiguity and jaded skepticism regarding God’s goodness and the perfection of His ways, the fruit pales in comparison to my grandparents’ amazing lives. My grandparents became influential leaders in the church but that’s not what I’m talking about. I refer to the joy and peace and personal evangelism and prayer lives they exemplified every time I was with them.

There are so many voices today even within the church that sow doubt in the authority of God’s word and our ability to hear His voice. I pray that I owuld experience a new revival in my belief in these things so I can pass them on to my kids. History has shown that Christian movements that lose their reverence for the doctrine of revelation – God’s supernatural communication – generally degrade into empty humanism and ultimately disappear as communities of faith altogether. Father help us to desire to hear Your voice again, and to believe that this is the urgent answer to all that eats away at the life Your promise in Your word.

When did Christians start believing that?

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My dad is a Church historian and I picked up his passion for the drama of the unfolding of God’s plan of salvation. I’ve experienced Bible college and seminary and have always preferred the study of Church history to the study of theology. I do love theology as well. My favorite definition of theology is the “so what” of every idea declared in Scripture in it’s application to every imaginable human context and paradigm. Some people get turned off by obscure theological terms but the reason there are so many is because there are so many areas to answer the “so what” of Scripture in this time and space.

That said, I prefer Church history because it is theology done in the context of a drama. It’s easier for me to comprehend and evaluate great foundational Christian ideas in the context of the debate and struggle that swirl around them through history. The ideas of Saint Augustine and Martin Luther are so much more powerful when we know what they were responding to.

And that brings me to the title of this post. Within the study of Church history the most impacting answers I’ve found respond to the following question: when did Christians start believing that? I’ll give a few examples but let me preface by saying I won’t go into any depth here just bullet points. First off, when did Christians first start saying that the gifts of the spirit had ceased? The most compelling evidence, in my opinion, points to the late second century movement called the Montanists. It was in response to this influenceia, controversial, charismatic movement that we see the first writings by Church leadership proposing that the gifts of the Spirit had ceased (https://enduringword.com/church-history-3-the-early-church-part-3-important-leaders-and-writings-the-montanists/).

Or what about the worship of Mary mother of Jesus? The Christological controversies of the first 4 centuries of the Church were the impetus behind the eventual exaltation of Mary that Protestants object to. Mary began to be called “the God bearer” by those parts of the Church that wanted to emphasize the divinity of Christ. The initial point of affirmubg that Mary gave birth to the Divine Son was not to exalt herself but Jesus.

And of course there is the matter of clerical celibacy? Who came up with that idea and why? Well, it was in the context of corruption in the Church involving the sale of bishoprics and high offices. These positions of leadership held sway over huge material inheritance: land, buildings, the intake of tithes and offerings, and eventually the sale of indulgences. Partitive inheritance is a term which refers to when a ruler has to divide his kingdom between his sons, who generally fight amongst themselves thus weakening and eventually destroying it. When a sole heir is chosen things are much easier to administrate. Church leadership realized that it was a lot easier to avoid nepotism if bishops had no children.

I’m just giving superficial reference to these topis and overgeneralizing them for sure. My point is not to get into theological debates but to share how helpful it is for us to know the context of the emergence of some peculiar aspects of Christian practice and thought.

Quando é que os cristãos começaram a pensar assim?

Meu pai é um historiador da Igreja cristã e eu aprendi a amar este assunto dele – o desenrolar da estória do plano de Deus da salvação.  Eu ja tive a experiência de estudar no seminário e sempre preferi o campo da história da igreja sobre a teologia.  Não me entenda mal, eu amo o estudo da teologia também.  A minha definição favorita da teologia é a aplicação das idéias da Escritura à toda área do universo no qual vivemos.  É por isso que a teologia tem tantos termos esquisitos e que fazem com que muitas pessoas a acham chata.  Mas cada um destes termos se refere a uma área de aplicação da Palavra de Deus ao nosso mundo.  

Mas eu prefiro o estudo da história da igreja porque representa teologia feita no contexto de um drama magnífica.  Para mim, é mais fácil compreender e avaliar as grandes idéias cristãs no contexto dos debates, divisões e tribulações do povo de Deus.  As idéias de São Agostino e Marin Lutero são muito mais poderosos quando compreendemos as situações as quais eles estavam respondendo.  

E com isso eu chego ao tema deste post.  O maior impacto da história da igreja na minha vida é como ela responde à pergunta, “Quando é que os cristãos começaram a crer assim?”  Vou dar alguns breves exemplos.  Quando é que os cristãos começaram a crer que os dons do espírito não existiam mais?  Não sei se você sabe mas existem denominações evangélicas que ensinam essa doutrina.  Nas escritas antigas dos anciãos cristãos, a primeira vez que lemos essa doutrina é em resposta a uma polêmica envolvendo um grupo crente que se chamava os montanistas.  Era um grupo que exercia os dons do espírito de uma forma que muitos achavam errado e gerou polêmica.  E pela primeira vez vemos alguns bispos e presbitérios dizendo que os dons do Espírito Santo tão prevalentes no Novo Testamento haviam cessados na era cristã após Jesus e os apóstolos.  

E quando é que os cristãos começaram a venerar e até adorar à Maria mãe de Jesus?  As controvérsias cristológicas dos primeiros 4 séculos a.C. são o ímpeto por trás da exaltação da Maria que escandalosa tanto os protestantes.  Tudo começou quando a Maria passou a ser chamada teokotos , que significa “Aquela que deu à luz a Deus”.  O importante aqui é saber que aqueles que usavam este termo estavam reagindo àqueles que estavam negando a plena divindade de Jesus Cristo.  O ponto era enfatizar que o menino que Maria deu à luz não era apenas um ser humano mas também possuiu a natureza divina.  

E o celibato dos padres na igreja católica romana, de onde surgiu esta idéia?  Bom, houve uma época de grande corrupção na igreja envolvendo a venda das posições de liderança na igreja: bispo, presbítero, etc.  Quem ocupou estas posições tinha grande influência, as vezes controle total, sobre os bens materiais da igreja.  Isso representava uma imensa riqueza de terras, dinheiro, prédios, animais, etc.  Então a igreja observou a prática dos reis de passar o trono para um dos herdeiros em vez de dividir entre vários.  Desta forma o poder podia ser consolidada.  Os bispos sem filhos não promoveriam o nepotismo e eram mais fáceis de manter submissos às autoridades eclesiásticas responsáveis por evitar tal tipo de corrupção.  

Então o meu ponto é que o estudo da história da igreja é maravilhoso porque ele revela de onde vem tantas idéias que vieram a fazer parte do cristianismo.  Estou ciente de que a explicação dada acima é muito superficial e uma visão mais compreensiva seria complexa demais para abordar num post de blog.  Mas espero que posso com este breve testemunho meu alguns de vocês sejam despertados para investigar de onde vieram as doutrinas que muitas vezes nós aceitamos sem nenhum questionamento e com pouco compreensão.    

Constant restoration

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My dad has often commented to me that only two chapters of the Bible speak of creation and the whole rest of the book speaks about restoration. And the biblical restoration narrative is not a simple upward trajectory from point A to B. The redemptive story of God’s people Israel in the Old Testament is cyclical. God sends a prophet, his sons make a mess of things… a good king governs well, his son governs poorly. This is how restoration and deterioration repeat themselves over and over in the story of God’s people.

The righteous man falls and then gets up only to fall and get back up again (Pv. 24:16), rinse and repeat. We are taught to confess and receive cleansing of our sins not just once, but over and over (Js. 5:16). Forgiveness too is something we have to do as a daily practice, Forgive us our sins as we forgive others (Lk. 11:4). So the restorative cycle goes on and on in our lives, and in our relationships.

Perhaps every problem in our lives can be interpreted as a relationship problem on some level. Relationships aren’t static but dynamic meaning that we’re either growing in intimacy or alienation at any given moment. This is true of our relationship with God, our spouse, our kids, our parents, our friends, etc.

They cycle of restoration is evident in the process of sactification in the lives of those who have repented and believed in Jesus for salvation. From that moment on we are being conformed into the image of Christ (Rm. 8:29). So the development of spiritual disciplines – habits such as prayer, meditating on Scripture and service to others – is an ever-oscilating process.

Of course this process of restoration is also not just a hopeless cycle like doing laundry that never ends nor are you ever making ultimate progress. The work is never done but real progress definitely can and should be happening in our lives.

The point is that when we find ourselves on the downside of these processes in our friendships, habits, and our relationship with Jesus we shouldn’t lose heart. Because the promise of Scripture is that we will go from glory to glory (II Cor. 3:18), also experiencing intermittent vallies, deserts, falls, mistakes, confessions, forgiveness… and always restoration… constant restoration.

Restauração Constante

Meu pai comenta frequentemente comigo que somente os primeiros dois capítulos da Bíblia falam da criação e todo o resto do livro fala de restauração.  E a narrativa bíblica não é apenas uma trajetória reta e sempre ascendente do ponto A ao B.  A estória de Israel no Velho Testamento é cíclico.  Deus envia um profeta, os filhos dele estragam tudo… um rei bom leva o povo de volta ao Senhor, seguido por um rei que leva o povo à idolatria.  E dessa forma a restauração e deterioração se repetem vez após vez no caminho dos filhos de Deus. 

O justo é aquele que embora cai se levanta novamente até perder a conta (Pv. 24:16).  A Escritura nos ensina a confessar nossos pecados e receber purificação não só uma única vez mas repetidamente (Tg. 5:16).  O perdão também é algo que nós praticamos diariamente, Perdoa os nossos pecados assim como nós perdoamos aos outros (Lc. 11:4).  E dessa form ao ciclo se repete nas nossas vidas e relacionamentos.  

De fato todos os nossos problemas podem ser interpretados como problemas de relacionamento.  Nossos relacionamentos não são estáticos mas sim dinâmicos, significando que estamos crescendo em intimidade ou alienação a todo momento.  Isso é verdade no nosso relacionamento com Deus, o nosso cônjuge, os filhos, pais, amigos, etc.  

O ciclo de restauração é evidente também no processo de santificação nas vidas daqueles que se arrependeram e creram em Jesus para salvação.  Daquele momento em diante estamos sendo conformados na imagem de Cristo (Rm. 8:29).  Mas graças a Deus este ciclo não é como lavar roupa suja que se repete todo dia sem nenhum fim a ser esperado.  Embora a obra nunca é completamente acabada até a glorificação de nossos corpos carnais (I Cor. 15), podemos e devemos esperar que haja progresso real em nossas vidas.  

O ponto é que quando nos encontramos na descida deste ciclo em nossos relacionamentos, hábitos e vida devocional não devemos perder o ânimo.  Porque a Escritura nos promete que iremos de glória em glória (II Cor. 3:18), embora experimentando também os vales, desertos, quedas, confissões… e mais importante, o perdão.  Mas sobretudo sempre há restoração… restoração constante.  

A life dangling

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It’s been a couple months since Kati and I announced our plan to move to Portugal. In that time the support and encouragement has been overwhelming and we’re so thankful. At the same time, there have been moments when it’s obvious to me the limitations of understanding the missionary life from the outside. I grew up a missionary kid so to me it was just another viable vocational option. Only as time went by did I realize that being a missionary only made sense if it was absolutely a call from God, and even the call would need to be confirmed repeatedly along the way.

The term missionary has meant different things in different Christian traditions through Church history. Perhaps the simplest common denominator of Christian understanding of the term is a sent one. Barnabus and Paul were set apart and sent out by the church in Antioch for a specific work that the church community in that city deemed worthy and legitimate. I love the early teaching by Loren Cunningham “Go Means a Change of Location”, which I think sums up the most foundational aspect of missions: going. Of course there are home missions and foreing middions and urban missions and frontier missions. All are legitimate as long as some community of faith agrees that a work needs to be done and God has called some to do it.

But in this post I do want to focus on the crosscultural missionary. Unless you’ve lived crossculturally/internationally for long-term periods of time it’s very difficult to understand this lifestyle. Take the affects on your children. If your kids are born overseas they might look at their parents as fully adjusted to the context in which they were born. But at some point it dawns on missionary kids that mom, or dad, or both, are very different than them. Where is home? I represent the third generation of missionaries in my family and answering the question “where’s home?” is a tough one.

Point is, when talking to those who aren’t called to the our lifestyle we missionaries need to be a little guarded about some of the things we share and that we receive. I hope this doesn’t sound arrogant, I certainly don’t believe that missionaries are in any way superior to any other disciples of Christ. If you’ve never pastored a church you’re limited in giving advice to pastors, if you’ve never been through a divorce you’re comrehension only goes so far.

Missionaries live a life dangling, we usually don’t know how long we’ll be in a determined context. If you have a crosscultural marriage you can never be certain that life will take root more in your culture or your spouse’s. It’s very hard to explain what this feels like and get good advice unless the person you’re talking to has lived the same experience long-term. Missions paradigms will change over the years but as long as the term refers to sent ones the church will need wisdom and comprehension in pastoring and supporting them effectively. The best approach? Probably listening mostly, and knowing that missionaries will need space for seasons of transition in a more exaggerated sense than those who live their entire lives within their home culture.

Uma vida pendurada

Faz alguns meses que eu e a Kati comunicamos à família e amigos a nossa decisão de nos mudar para Portugal.  Embora temos recebido muito encorajamento, houveram momentos em que percebemos a limitação da compreensão das pessoas em relação à vida missionária. 

“Missionário” significa diferentes coisas ao longo da história da Igreja, mas geralmente se refere a alguém que foi enviado para realizar um ministério específico.  Ser enviado na maioria das vezes queria dizer algo transcultural e internacional.  

A não ser que você tem experiência em missões transculturais é muito difícil compreender este estilo de vida.  Quando um casal missionário gera família no exterior seus filhos têm uma ligação àquela nação que os pais dificilmente terão.  Mesmo que eu passar 50 anos em outro país eu sempre serei um norte americano.  As pessoas podem dizer, “Davi você é um de nós”, o que é um grande carinho, porém eu não deixo de ser o que sou.  Nunca me transformarei em outra pessoa culturalmente 100%.

Os missionários vivem uma vida pendurada.  Nós geralmente não sabemos quanto tempo estaremos em determinado local.  Se você casar com estrangeiro isso será mais exagerado ainda.  Nunca vocês dois saberão em qual cultura passarão a maior parte da sua carreira juntos.  Para muitos casais transculturais missionárias um alternativo feliz é uma terceira cultura onde ninguém está “vencendo” por morar em sua cultura nativa.  

Qual é a melhor forma de encorajar uma família missionária?  A melhor abordagem geralmente é ouvir as estórias e experiências deles.  A melhor abordagem é lembrar que os missionários provavelmente passarão por mais fases de transição em suas vidas e que estas transições levarão mais tempo.  Muito tempo de transição mesmo, não uma vida normal, mas como qualquer vocação inspirada pelo Espirito Santo ela vale a pena se for tão somente para a glória e honra de Jesus Cristo.  

The blessing of silence

Em Português

Quarantine has been great for my running, gym is closed and surf is flat. I don’t know what’s going on with my phone but roaming data isn’t working. I went online and checked a bunch of things that it could be but no use, I’m stuck with 1:30 minutes of silence at 5:30 am.

I tend to think of my morning runs as part of my devotional life. I listen to the Bible, or bible teaching, or worship… but it’s a constant inflow of information and sound, not too conducive to talking with God.

Since my phone broke I’ve been talking to and hearing from the Lord a ton. It’s been so cool. I really need this as Kati and I plan and take steps towards our move to Portugal. The destabilization of a big decision like that has an aspect of euphoria and wonder in the beginning. Soon though the excitement is replaced with a low grade anxiety as regular routines lose their meaning in light of pending change. Don’t get me wrong (especially our financial partners), Kati and I have no problem staying busy with work and personal responsibilities every day. Actually one of the things that makes our move easier is that most of our work is currently not too location relevant.

But the silence on the road has offered a great opportunity or me to hear God’s voice like I haven’t done for quite a while.

A Bênção do Silêncio

A quarentena tem sido ótimo para as minhas corridas de manhã, enquanto a academia está fechada e quando não há ondas boas pra surfar.  Eu não sei o que está acontecendo com o meu iPhone mas o roaming data não está funcionando por alguns dias.  Eu fui online pra ver como resolver o problema mas ainda não consegui, e por isso me sobra uma corrida de 1:45 minutos em silêncio.  

Eu geralmente penso nas minhas corridas matinais como parte da minha vida devocional.  Eu escuto a Bíblia, ou pregação ou louvor… mas estou sempre escutando algo, que dificulta ouvir a voz de Deus se Ele quiser falar comigo.  

Desde que tenho esse problema com meu telefone eu tenho ouvido muito mais a voz de Deus nas minhas corridas.  Isso tem sido muito bom.  Eu e a Kati realmente precisamos ouvir ao Senhor neste tempo de planejar nossa mudança para Portugal.  No início quando nós tomamos uma decisão que mudará toda nossa vida é empolgante.  Porém em pouco tempo a euforia da novidade passa e vem uma ansiedade porque perdemos a rotina da vida diária, já que agora tudo vai mudar.  

Então em meio à toda essa turbulência eu estou feliz que meu iPhone parou de funcionar (pelo menos por enquanto). Porque está me forcando a passar mais tempo no silêncio com Deus.