Asking A Culture To Give Up It’s Greatest Treasure

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There are a lot of really cool free classes you can listen to on Apple’s iTunes U app. Over the past year I’ve been listening to several Church History Classes from Gordon Conwell Seminary, Reformed Theological Seminary, and others. These resources are really great and I highly recommend them. Particularly the history of the Protestant Reformation and Roman Catholic Counter Reformation have caused me to appreciate this rift in the Christian Church.

For the first 150 years of the Protestant Reformation the leadership of this movement was mostly occupied with organising and governing itself in Europe. Meanwhile the Catholic Counter Reformation launched worldwide missions coinciding with the era of exploration that would take Christianity to the farthest reaches of the Americas, Africa and Asia. When Protestant missionaries finally came to Far East frontiers such as China and Japan they found Portuguese churches over 100 years old.

Of course as Protestants we can discount such Catholic missions as imperialistic and oppressive towards indigenous peoples, but the same accusations can be attributed to Protestant missions as well. What has impressed me over the past month as been the fact that the history of colonialism is one of the Portuguese people’s most precious treasures. Everywhere I go here in Lisbon I see monuments to great explorers such as Vasco da Gama, Pedro Alvares Cabral and Ferdinand Magellan. And behind the explorers these monuments often depict the Franciscan, Dominican and Jesuit missionaries accompanying them. As Protestants we can judge the ideas, methods and fruits of the great wave of Catholic missions that begun in the 15th century. However I would challenge any of us to doubt their zeal, which I believe for the most part points to predominantly sincere motivation as well. I believe that even these who exploited indigenous peoples and imposed Western religion upon them by force truly believed in the virtue of their mission.

So what vision should someone called to help build the Kingdom of Christ 21st century Southern Europe have? After the 30 years war (1618-1648) Europeans were sick of disputes in the Church over doctrine, and at the end of the war nothing was accomplished. The principalities that were Roman Catholic for the most part remained as well as those who had joined the Protestants. With an estimated 8 million casualties, this conflict is still foundational to the European psyche regarding Christianity and religion in general.

It’s an exciting adventure for our family to get to know the people of the oldest country in Europe, in the second oldest city in Europe (Athens is the oldest). And I find that Portuguese people like to talk about spirituality. Most conversations I’ve had over the past month that touched on spiritual subjects weren’t initiated by me. My impression is that most Portuguese people want to believe in divine providence in the midst of the current pandemic. We are now the country with the highest infection and death rate per capita in the world.

I believe there is a way to build the Kingdom of Christ in Southern Europe in a way that honours the history of its peoples. A church with 2000 years of history inevitably has more liabilities to own than the type of flash in the pan independent California hipster church that I’m used to. Kati and I don’t have a thesis yet as we begin our European journey. Our prayer is that Jesus will teach us how to be a blessing and we have a hunch that His ways will be way different than ours.

É Necessário Pedir para uma Cultura Abrir Mão de Seu Maior Tesouro?

Existem bastante cursos interessantes disponíveis no iTunes U do iPhone.  Faz um ano que tenho escutado várias aulas de história da igreja de seminários como Gordon Conwell, Reformed Theological Seminary, e outros.  Estes recursos são muito valiosos e eu os recomendo.  Em particular, eu tenho sido impactado pela história da Reforma Protestante e a Contra Reforma Católica…. as raízes do cismo que perdura até hoje na igreja cristã. 

Pelos primeiros 150 anos da Reforma Protestante os seus líderes estavam preocupados com a consolidação do movimento na Europa.  Enquanto isso a Contra-Reforma Católica foi lançada um missões mundiais que coincidiram com a era de exploração.  Como resultado destas missões a fé cristã seria levada para as regiões mais distantes das Américas, a África e a Ásia.  Quando missionários protestantes finalmente chegara, às fronteiras da China e o Japão eles encontraram igrejas portuguesas fundadas mais de 100 anos atrás.  

Nós protestantes podemos rejeitar estas missões católicas como mero imperialismo e opressivas aos povos indígenas.  Porém, as mesmas acusações não podem ser feitas contra as missões protestantes?  A história do colonialismo é um dos maiores tesouros para o povo português.  Todo lugar que eu ando aqui eu vejo monumentos aos grandes exploradores como Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral e Ferdinand Magellan.  E atrás das estátuas dos conquistadores muitas vezes vejo os missionários franciscanos, dominicanos e jesuítas que os acompanharam.  Nós protestantes podemos julgar as idéias, métodos e frutos das missões católicas que iniciaram no século 15.  Mas é muito difícil duvidar do zelo destes, o qual aponta na minha opinião para uma sincera motivação.  Ou seja, eles realmente acreditavam na virtude de sua missão evangelistica. 

É uma aventura para a nossa família conhecer o povo do país mais antigo e da segunda cidade mais antiga da Europa (a Lisboa só perde para Aténas).  E vejo que os portugueses gostam de falar sobre questões espirituais.  Num momento de tantas mortes pela pandêmica atual as pessoas aqui querem crer na ajuda do Deus que ouve oração. 

Eu creio que há uma forma de um casal protestante como eu e a Kati construir o Reino de Deus num contexto como este honrando a história do povo.  A Igreja Católica tem que responder por 2000 anos de história.  Isso é muito diferente às igrejas da minha cultura que dividem entre si com cada divergência de doutrina.  Eu oro que o Senhor ensina a mim e a Kati a ser uma bênção para este povo.  A Palavra de Deus diz que os Seus caminhos não são os nossos, e estou curioso para descobrir o que Ele tem preparado para nós.  

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