The Ultimate Goal of Discipline: to Reach a Joy that Brings Life

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Sometimes I counsel someone with a problem with addiction and it makes me reflect on how we develop good and bad habits.  Whenever I observe a vice in my life or someone else’s it clearly represents a source of pleasure used to fill a felt need.  The comforts vary from substance abuse to gambling, pornography to eating disorders – but all provide something of real value to us.  Apart from Jesus no human being has ever lived who hasn’t been seduced and oppressed by some false solace or stimulation.  

On the other hand in contrast to this are the good habits that exist both our lives and others – meditation, exercise, healthy eating, financial administration, organisation of physical spaces, etc.  Each of these represents something that generally begins with acting against our natural tendency towards laziness, selfishness, the desire for immediate gratification and avoidance of any discomfort. I say “natural” tendency as defined by the Bible: the sinful flesh.  The unbeliever is slave to the flesh but we believers have the right and power to say no to it.  But until we the redeemed receive our glorified bodies in the resurrection the struggle with the flesh is still a daily battle.  Our battle is not against the flesh by the power of the flesh but by the Holy Spirit.  Still, to yield to the Spirit is easier said that done, “The spirit is willing but the flesh is weak” (Mt. 26:41).  

The majority of good habits begin with an acting against our natural carnal preferences.  Although there are some good habits that come easily, like those people who naturally prefer fruits and vegetables over chicken fried steak with biscuits and gravy… followed by peach cobbler.  Take physical exercise for example.  From childhood to young adulthood physical exercise is often mostly or wholly a pleasure.  But from middle age on exercise is a choice to go against the desire to live in submission to gravity… to just chill and veg out on the couch.  

But so many of these habits, although perhaps not all, end up leading us to a source of joy which is also good for us.  This I feel is the best thing of all in human life: finding and developing practices that bring both joy and blessing in our lives.  And if we’re talking about “blessing”, true blessing always results in an overflow to those around us.  What could be better?  I’m experiencing joy, being blessed and blessing others at the same time… and exponentially!  

So the ultimate goal of discipline should be this: to reach a joy that brings life.  These are the life giving good habits that we both enjoy and that bring blessing to ourselves and others.  When we find these things in our lives we have to grab ahold and not let go.  In your life this might be reading books by an author that inspires you to grow in Christ and takes steps of faith.  In your spouse’s life there might be a hobby that engages their unique gifts brings and benefits your family in indirect ways.  Perhaps the way a sport or creative outlet promote your family projects is simply “recharging” emotional batteries.  The Bible even teaches us to enjoy the rewards of hard work as a fundamental aspect of leading a fruitful life: “Everyone should eat and drink and take pleasure in all his toil—this is God’s gift to man” (Ecc. 3:13).  While at the same time Scripture warns us against seeking to satisfy the flesh and its vanity (Gal. 5:16, 26).

My prayer is that the Lord teach us each day to redeem the time, not only in the sense of productive work but productive rest and recreation as well.  That we would find new sources of joy and recover those that we lost along the way.  

O Alvo Primordial da Disciplina: Alcançar a Alegria que Traz Vida

As vezes eu aconselho pessoas com vícios e isso me faz refletir em como todos nós desenvolvemos hábitos bons e maus.  Se eu estiver refletindo nos vícios na minha própria vida e na dos outros eu vejo que aquilo sempre representa uma fonte de prazer usada para suprir uma necessidade.  Estes falsos confortos variam de alcoolismo, anorexia, pornografia, etc. – mas todos fornecem algo que o indivíduo considera valioso.  E além de Jesus nunca houve alguém que não foi seduzido e oprimido por algo assim uma vez em sua vida. 

Em constraste a isso são os bons hábitos como meditação, exercício físico, alimentação saudável, boa administração financeira, boa mordomia com os espaços físicos, etc.  Cada uma destas coisas representa algo que começa contrariando a nossa tendência natural para a preguiça, egoísmo, impaciência e covardia.  

Um descrente é escravo da carne mas nós os regenerados temos a autoridade e poder em Cristo para dizer não ao pecado.  Mas até recebermos os corpos glorificados na ressurreição nós travamos uma batalha diária com a carne.  A nossa batalha não é carnal e sim depende do poder do Espírito Santo.  Mas ceder ao desejo do Espírito Santo não é fácil, “O espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mt. 26:41).  

A maioria dos bons hábitos começam com passos que contrariam a preferência da nossa carne pecaminosa.  Há pessoas que realmente preferem comer legumes em vez de fritura, a correr cedo de manhã em vez de comer pizza a meia-noite.  Porém mesmo as pessoas que parecem ter uma grande propesidade para o bem têm seus pontos fracos… as suas tentações peculiares.  

O que de fato é de valor primordial em nossas vidas são aquelas coisas que trazem gozo e benção no mesmo tempo… para nós mesmos e aos outros.  Quando encontramos coisas assim nós devemos reconhecê-las e priorizá-las. Talvez você goste de ler um autor cujos livros te inspiram a uma fé maior e compreensão do amor de Cristo.  Talvez o seu cônjuge tem um hobbie que não parece beneficiar a família toda, pelo menos não diretamente.  Porém é possível que liberar o seu marido para o seu “futebol” faz com que ele retorna com as energias e visão renovadas.  Talvez a sua esposa quer fazer um curso de italiano e você pensa que não tem nada a ver com as suas vidas.  Mas quem sabe quais novas oportunidades e possibilidades podem desencadear daquilo?  E você como marido realmente quer ser o limitador das fronteiras de sua esposa?  

A Bíblia nos ensina desfrutar os frutos do nosso trabalho: “poder comer, beber e ser recompensado pelo seu trabalho, é um presente de Deus” (Ec. 3:13).  Mas a Escritura também adverte a não dar prioridade exagerada aos desejos da carne e a sua vaidade (Gâl. 5:16,26).  

A minha oração é que o Senhor nos ensine a remir o tempo, não só no sentido de trabalhar mais… mas também de encontrar as fontes benéficos de deleite.  Devemos desenvolver o hábito de desfrutar destas coisas… a ter a “disciplina” do deleite.  É do agrado do nosso Pai Celestial que vivemos plenamente todas as bênçãos para as quais Ele nos chamou.  

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