Constant restoration

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My dad has often commented to me that only two chapters of the Bible speak of creation and the whole rest of the book speaks about restoration. And the biblical restoration narrative is not a simple upward trajectory from point A to B. The redemptive story of God’s people Israel in the Old Testament is cyclical. God sends a prophet, his sons make a mess of things… a good king governs well, his son governs poorly. This is how restoration and deterioration repeat themselves over and over in the story of God’s people.

The righteous man falls and then gets up only to fall and get back up again (Pv. 24:16), rinse and repeat. We are taught to confess and receive cleansing of our sins not just once, but over and over (Js. 5:16). Forgiveness too is something we have to do as a daily practice, Forgive us our sins as we forgive others (Lk. 11:4). So the restorative cycle goes on and on in our lives, and in our relationships.

Perhaps every problem in our lives can be interpreted as a relationship problem on some level. Relationships aren’t static but dynamic meaning that we’re either growing in intimacy or alienation at any given moment. This is true of our relationship with God, our spouse, our kids, our parents, our friends, etc.

They cycle of restoration is evident in the process of sactification in the lives of those who have repented and believed in Jesus for salvation. From that moment on we are being conformed into the image of Christ (Rm. 8:29). So the development of spiritual disciplines – habits such as prayer, meditating on Scripture and service to others – is an ever-oscilating process.

Of course this process of restoration is also not just a hopeless cycle like doing laundry that never ends nor are you ever making ultimate progress. The work is never done but real progress definitely can and should be happening in our lives.

The point is that when we find ourselves on the downside of these processes in our friendships, habits, and our relationship with Jesus we shouldn’t lose heart. Because the promise of Scripture is that we will go from glory to glory (II Cor. 3:18), also experiencing intermittent vallies, deserts, falls, mistakes, confessions, forgiveness… and always restoration… constant restoration.

Restauração Constante

Meu pai comenta frequentemente comigo que somente os primeiros dois capítulos da Bíblia falam da criação e todo o resto do livro fala de restauração.  E a narrativa bíblica não é apenas uma trajetória reta e sempre ascendente do ponto A ao B.  A estória de Israel no Velho Testamento é cíclico.  Deus envia um profeta, os filhos dele estragam tudo… um rei bom leva o povo de volta ao Senhor, seguido por um rei que leva o povo à idolatria.  E dessa forma a restauração e deterioração se repetem vez após vez no caminho dos filhos de Deus. 

O justo é aquele que embora cai se levanta novamente até perder a conta (Pv. 24:16).  A Escritura nos ensina a confessar nossos pecados e receber purificação não só uma única vez mas repetidamente (Tg. 5:16).  O perdão também é algo que nós praticamos diariamente, Perdoa os nossos pecados assim como nós perdoamos aos outros (Lc. 11:4).  E dessa form ao ciclo se repete nas nossas vidas e relacionamentos.  

De fato todos os nossos problemas podem ser interpretados como problemas de relacionamento.  Nossos relacionamentos não são estáticos mas sim dinâmicos, significando que estamos crescendo em intimidade ou alienação a todo momento.  Isso é verdade no nosso relacionamento com Deus, o nosso cônjuge, os filhos, pais, amigos, etc.  

O ciclo de restauração é evidente também no processo de santificação nas vidas daqueles que se arrependeram e creram em Jesus para salvação.  Daquele momento em diante estamos sendo conformados na imagem de Cristo (Rm. 8:29).  Mas graças a Deus este ciclo não é como lavar roupa suja que se repete todo dia sem nenhum fim a ser esperado.  Embora a obra nunca é completamente acabada até a glorificação de nossos corpos carnais (I Cor. 15), podemos e devemos esperar que haja progresso real em nossas vidas.  

O ponto é que quando nos encontramos na descida deste ciclo em nossos relacionamentos, hábitos e vida devocional não devemos perder o ânimo.  Porque a Escritura nos promete que iremos de glória em glória (II Cor. 3:18), embora experimentando também os vales, desertos, quedas, confissões… e mais importante, o perdão.  Mas sobretudo sempre há restoração… restoração constante.  

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